Quem sou eu
- Márcia Alba
- Peregrina dos caminhos ancestrais, artista plástica, astróloga, terapeuta holistica, escritora, antropóloga, inspirada, determinada, destrambelhada, eterna aprendiz.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Um pouco de Clarisse
Quero escrever o borrão vermelho de sangue Clarice Lispector
quarta-feira, 30 de março de 2011
A cauda do escorpião
O poderoso passou deixando seu rastro de veneno... não só o luto pela morte do que nunca havia existido, como também a despedida das coisas que me eram caras.
Das coisas que se foram.
Eu acredito no eterno ciclo, retornarão e tocarão de novo a minha emoção.
Dizem que tudo tem início meio e fim
Não acredito em finais
Acredito nas mudanças
Como aquelas que você me ensinou
Marília, amo você pelo que você me ensinou a ser.
Até breve.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
postagens de uma apaixonada sem noção
é o meu norte que se desloca e vai para a direção dele"
"sou segura, livre e sei o que quero, a merda é que ele só liga 3 vezes por semana"
"nessa idade agente não tem que ficar dando mole pros homens. Aquele filé com molho madeira era só uma receita nova que eu estava testando..."
"sou segura, livre e sei o que quero. Que merda, eu ligo ou não ligo...?"
sábado, 17 de julho de 2010
Marília Rodrigues
Resgates
que eu flutuava no tudo
tudo fluía, nenhum esforço
sua virtude, sua força e seus membros
eram a minha extensão
meu desejo, minha entrega e meu êxtase
eram o seu estímulo
nós e o galope.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Refinamento da alma
O superego é muito esperto. Ele fabrica várias ferramentas para salvar o seu alinhamento. As vezes memória curta, as vezes amargas lembranças, sempre tudo que o satisfaça. Bichin difícil de domar.
Tem um problema... conheci seus padrões, agora fu-deu.
Acabou essa palhaçada, nem vem que não tem. Chutei o balde que tava ali cheio de status quo dentro. Arrebentei a boca do balão que voou descoordenado e me levou para fora da zona de segurança.
Pois é. Tô rodando a baiana e sainda de mãos nas cadeiras, rebolando de saia rodada e tamancos batendo na sola do pé.
É Rosa, refinamento é entrar no fundo de si. Estou fora e estou dentro de tudo.
Uma alma refinada não se abala. Entende.
E como o diamante, multiplica a luz, as cores, as formas.
Amo existir. Essa é a unica coisa fixa em mim.
domingo, 3 de janeiro de 2010
O Luto
sábado, 1 de agosto de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Conceição
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sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Alba
Alba lua no meio da guerraÉ diva que loura o ferido Soldado
Com luz prateada esmaecida
A dar o consolo que é merecido.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Luz e Sombra

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Sobre evolução

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Cachucha, Chamica, Lica, Nininha, Ninha, Márcia
mas eu queria mesmo era ser pintora, ahhh, e mesmo sem nunca ter conhecido as noções da arte eu pinto tecidos, minhas toalhas de mesa dos sabás, meus vidros, meus cabelos, o sete;
não tive muito sucesso quando eu queria ser atriz, tinha que rir demais , ou chorar demais... não gosto de nada demais, mas gostava de escrever as peças;
queria ser poetiza, mas não vejo beleza nas rimas, gosto dos segredos guardados na escrita, então meus poemas ninguém entende;
eu queria ser feliz, mas eu achava tão simplórias as mensagens dos livros de auto-ajuda, aí eu casei, cansei, descasei, viajei, virei hippie, fiquei fashion, morena, loura ruiva, botei lente, aprendi ingles, me diverti com o espanhol, enjoei da psicologia com uma gente fútil, aprendi a dirigir caminhão, pulei muro para roubar mamão, fiquei com nojo de panelinha, ví um Brasil que muitos não sabem olhar, tive dejavú em Macaé, fiz xixi na Lapa, venci concursos de dança (mas a minha dança mais exuberante foi com um gay muito manero no Catete), fiquei nua em Cabo Frio, fui violentada em búzios, fiquei com fome quando tava grávida, tive um coelho que tomava banho e se chamava Peter Blau, tive um galo chamado Abigail, fugi de casa com 3 anos, tentei de no aos 12, mas só aprendi sobre a liberdade aos 40...
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Crenças
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Primavera

segunda-feira, 15 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
O Amor

sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Diferenças

Compreender não é saber, compreender é dedicar-se ao saber, é colocar-se no universo do que se compreende.
Notar-se em nível mais adiantado no conhecimento das coisas não deveria ser motivo de arrogância, nem de piedade. A piedade não está relacionada com o respeito.
Estar em nível adiantado de conhecimento deveria inspirar a tornar isso útil, num mundo em que é necessário materializar as idéias para que elas sejam conhecidas, aceitas ou não.
Traz muito conforto pessoal saber relacionar-se e comunicar-se em estado de compreensão e respeito às diferenças e diversidades de idéias..
Todo homem contém o divino, mas cada um deve, ao seu próprio tempo, trabalhar a expressão do divino em sua jornada.
Relacionar-se não deveria causar insatisfação, constrangimento, piedade, arrogância, presunção, soberba, ira ou tirania.
Quando um dos lados compreende isso, a troca se dá em termos de cada um receber o que se permite, compreendido o limite do que sabemos ser o outro capaz de transmitir.
Inspirado no poema abaixo, que copiei da lista da Isis:
"Cada Um
Cada um dá o que pensa.
Cada um cede o que tem.
Cada um encontra o que procura.
Cada um recolhe o que semeia.
Cada um aprende o que estuda.
Cada um dispõe do que entesoura.
Cada um permanece onde se coloca.
Cada um realiza o que imagina.
Cada um mentaliza o que sente.
Cada um faz o que deseja.
Cada um recebe conforme pede.
Cada um se mostra finalmente por fora como age por dentro.
Cada espírito é um mundo por si.
Cada coração é continente diverso da vida infinita.
Cada propósito é uma força.
Cada anseio é uma oração.
Cada atitude é uma causa.
Cada resolução é um movimento.
Cada existência é um livro original.
Cada gesto é uma semente que produz sempre, segundo a natureza que lhe é própria.
Do livro Cartas do coração. Psicografia de Francisco Cândido Xavier."
quarta-feira, 3 de setembro de 2008

terça-feira, 19 de agosto de 2008
O Cio da Terra

terça-feira, 8 de julho de 2008
Seqüelas do sonho, ainda
Acho que o indivíduo tem todo o direito de ficar doidão, andar pelado, virar mendigo e se atirar na linha do trem.
Mas acho também que eu e você temos responsabilidade sobre o fato, quando não desejamos ter o trabalho de compreender o que levaria um indivíduo a chegar nesse ponto.
Aparentemente só "compreender" não teria praticidade. Aparentemente. Porque eu acredito que "compreendendo" é que teremos o norteamento para a eduacação dos nossos, filhos, sobrinhos e dos amigos dele. Isso pode formar uma rede. Meia dúzia de olhos e mentes despertos é um resultado positivo sim.
Ensaio sobre a loucura
Acho que ela anda cheia de ser subjugada e colocada para escanteio. O número crescente de pessoas com manifestações de desequilíbrios emocionais (mentais) atesta isso.
Acho que essa maneira objetiva e linear com que ela vem sendo estudada têm sido humilhação demais para uma autoridade tão potente. Não acho que ela (a cérebro) fique doente. Acho que ela se rebela e boicota. Não só pelo mau uso individual, mas, e principalmente, pelo mau uso, permissividade, atrofias, manipulações e omissões coletivas. Um organismo individual em aspectos físicos, mas integrante e ativo da e na rede do mental universal.
Um ensaio maluco, baseado nas impressões do sonho que tive essa noite.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Muito boa essa:
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Trecho do Poema do faraó Akhenaton

Contos da Lua Vaga - Beto Guedes
Que o sangue amansa
Vem lá do espaço aberto
E faz do nosso braço
Um abrigo
Que possa guardar
A vitória do sentimento claro
Vencendo todo medo
Mãos dadas pela rua
Num destino de luz e amor
Vem agora
Quase não há mais tempo
Vem com teu passo firme
E rosto de criança
A maldade já vimos demais
Olha
Sempre poderemos viver em paz
Em tempo
Tanto a fazer pelo nosso bem
Iremos passar
Mas não podemos nunca esquecer
De mais alguém
Que vem
Simples inocentes a nos julgar
Perdidos
As iluminadas crianças
Herdeiras do chão
Solo plantado
Não as ruínas de um caos
Diamantes e cristais
Não valem tal poder
Contos de luar
Ou a história dos homens
Lua vaga vem brincar
E manda teus sinais
Que será de nós
Se estivermos cansados
Da verdade
Do amor
Esperança viva
Que a mão alcança
Vem com teu passo firme
O rosto de criança
A maldade já vimos demais
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Tudo Novo de Novo (Paulinho Moska)
Vamos começar
Hathor
terça-feira, 1 de abril de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
Asas novas.

Sair do casulo tem um preço alto. Entendo que nem todo mundo esteja disposto a decisões que oneram o ego, que ardem feridas, que corroêm máscaras. O processo é doloroso e lento. Doloroso, lento e solitário. Impossível tornar público as suas máscaras em decomposição. Agente esquece o que esconde, mas tem um alerta lembrando que talvez seja melhor não dividir o que foi importante ocultar em algum momento. E quanto mais tempo guardado, maior o risco de ter cristalizado. E nesse caso, mais dor.
Não sei quantas cascas ainda tenho que tirar de mim. Mas me sinto mais leve.
Já joguei fora inúmeras máscaras. Enquanto as jogava fora, me encontrava cada vez mais e, num paradoxo já esperado, percebi que quanto mais me encontrava, menos pessoas ficavam à minha volta...
Não sei se se chega ao fim disso, não sei se há uma unidade em mim. Não acho possível essa unidade... imagino um arco-íris, sendo um, mas compostos pelas 7 cores fundamentais, que mesmo sendo 7 ao se interporem criam novas nuances. Ou a lua, sendo uma e sendo quatro e cada face com seus valores...
Não sei em quantas sairei do casulo... mas sei que todas estarão em harmonia. Acho que estar inteira é estar em harmonia. A harmonia enfim, traz a unidade. Tá ficando bom.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Tua Marca
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Para um amor que não vivi
e cada vez que te procuro, me perco
e cada vez que me perco à sua procura
sou um pouquinho mais feliz
Nunca houve um passado tão intenso
de coisa que dura pouco mas arrebata
sabemos que nunca fostes o primeiro
ainda assim não encontrei a cura de você
Nem primeiro, nem segundo, só o único
de alguém que não sabia se prender
na pressa da fuga, tola, perdi a chave,
os anos passaram
e não era você o meu carrasco
Quem é você agora?
eu não sei quem sou
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Um pouco de Lupcínio Rodrigues e de rosas e de amor
sonho um sonho pequenino
se eu pudesse ser menino
eu roubava essa rosa
e ofertava todo prosa
a primeira namorada
e nesse pouco
ou quase nada
eu dizia o meu amor, o meu amor...
Olho o sol findando lento
sonho um sonho de adulto
minha voz na voz do vento
indo em busca do teu vulto
e os meus versos em pedaços
implorando o teu perdão
eu me perco nos teus braços
e me encontro na canção
Ai, amor...
Eu vou morrer buscando o teu amor.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Tem alguém me olhando?
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
O Sagrado e o Profano - By me

quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Recordações deliciosas de adolescência...
As quatro luas
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Paradigmas, paradoxos, liberdade e o ser anti-social
Era assim nos meus verdes anos suburbanos. Não que eu tenha casado grávida, não que eu tenha casado, na verdade tive meu primeiro filho com quase 25 anos.
Dois mil anos é coisa prá chuchu (ou xuxu?) pra gente querer parar de ser escravo. Agente adora ser escravo. Meu filho de 13 anos só fala em laburguini gallardo (é assim? caraca tô lá nas nuvens hoje!) e minhas amigas estão chocadas porque ainda não fiz uma progressiva.
Liberdade dentro da cabeça. Porque fora dela é mais caro.
Comprei mais uma bota. A bota que ganhei dele eu não posso andar na chuva porque ele sabe o quanto custou. Enfim: comprei uma bota nova para andar na chuva e ele não pode saber o quanto custou. Simples assim.
Acabei de lembrar: o ser humano tem inclinação a se escravizar e a ser enganado também.
Meus comentários se limitam às pessoas de quem gosto e estão à minha volta. Prá que eu vou comentar quem eu não gosto? Não perco tempo com o que não gosto. Gosto mais de gostar. Até porque não é muito caridoso, digno, de bom tom e bláblá se assumir que não se faz esforço para gostar de alguém.
Aqui no meu cerebelo, penso que me esforçar para fingir que gosto envolve também a liberdade e o direito a existir da esquecível criatura.
Não baby, não sou humilde, sou educada. Bom dia, boa tarde, boa noite, com licença, por favor, obrigada..mas, quem foi que passou mesmo???
As pessoas não te aceitam quando você decide que não é um mais um do rebanho. Mas depois que você realmente ultrapassa a cerca tudo fica muito divertido.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Fotos de Wolfgang Weitzel
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Verdades que libertam...
no Universo a não ser em termos da conveniência pessoal de cada ser vivo. Para o
tubarão, "Mal" é o arpão do pescador; para a aranha caranguejeira, "Mal" é o ferrão da
vespa caçadora que faz dela, ainda viva mas paralisada, alimento para as larvas da
vespa. Para os homens estúpidos, "Mal" são os homens de gênio que tentam faze-los
pensar."
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Quero dizer...
gosto das manhãs azuis que o sol permite. Gosto dos bolinhos de lama dos meus 5 anos. Gosto do quem me diz sim, gosto de quem me diz não.
terça-feira, 3 de abril de 2007
domingo, 1 de abril de 2007
500 mg 2x por dia
Lembro daqueles tempos com o respeito que se deve ter por tudo o que detém conhecimento. Meus tempos, meu arquivo. E eu era criança e já era velha. Nada me surpreendia, quase tudo me entediava e eu já gastava muita energia tentando parecer o que eu deveria ser.
Eu não sinto saudades daqueles tempos. Acho que o esforço que eu empreendia tentando omitir minha natureza deve ter contribuído para essa tal de hipertensão pós 35. Talvez. Tudo parecia muito diferente de mim. Em lugar algum eu achei meu lugar. E torci para que os anos passassem... talvez depois...
Lembro do sermão da professora de Direito na adolescência "vocês podem ser mais um na multidão. É só querer: ser mais um medíocre no meio de milhões de medíocres não requer muito esforço. Basta continuarem como estão."
Eu não era medíocre, eu não queria ser medíocre, meu pai não queria que fossemos mediocres. Nossa, mas como é só uma pessoa que não é medíocre.
E eu brincava " ok, meu QI é alto, mas o quê que eu faço com isso?!!!
Os anos passaram, estão passando e agora eu brigo todo dia para que 3 pessoas não se tornem mais um na multidão. Tá, são 3, mas o agora é bem mais divertido. Mesmo com o Aldomet 500 mg 2 vezes por dia.
quarta-feira, 21 de março de 2007
Faltou eu me despedir e agradecer
Foi, na segunda-feira.
Segunda-feira, dia 19 de março de 2007.
2007 e eu ainda não escolhi meu caminho religioso, não fiz todas as perguntas,
não beijei suas mãos, não vi o seu sorrizo, não ouvi suas broncas, não apresentei Maria Antonia.
"Minha querida, aonde estiver, receba minha gratidão e saiba que continuarei
estudando e quando escolher um caminho, será um caminho digno
onde poderei por em prática tudo o que aprendi
com sua amável presença."
segunda-feira, 19 de março de 2007
Arco-Íris (Fátima Guedes)
Todos os duendes de todas as matas
Todas as pedreiras, fios d'água, cachoeiras
As outras cores do arco-íris
É segredo nosso
Quisera falar das coisas que não posso
Do que faz do ar, a brisa, e a brisa de vento
E o vento de ventania
Essa magia
Essa força que comanda cada elemento
É a poesia
De se recriar e escolher o momento
De ser uma rosa
E de ser o elfo que mora na rosa
Ter um brilho intenso
Como o sol e como o ouro no final do arco-íris
domingo, 4 de março de 2007
Adoro o círculo
Adoro o círculo. Início, meio e finício e meio e finício e meio e finício e meio e...
Adoro o círculo: Bom dia pro sol, beijos, afagos, abraços, corre-corre, pega, devolve empresta, arruma, guarda, desliga, beijos, afagos, boa noite prá lua.
Adoro o círculo.
sábado, 3 de fevereiro de 2007
Milton Nascimento sabe das coisas:
Já falei tantas vezes
do verde dos teus olhos:
todos os sentimentos me tocam a alma
alegria ou tristeza.
Espelhando no campo, no canto, no gesto,
no sonho, na vida.
Mas agora é o balanço essa dança nos toma
esse som nos abraça, meu amor : você tem a mim...
O teu corpo moreno
vai abrindo o caminho,
acelera meu peito,
nem acredito no sonho que vejo.
E seguimos dançando, um balanço malandro e tudo rodando.
Parece que o mundo foi feito prá nós
nesse som que nos toca.
Me abraça e me aperta,
me prende em tuas pernas,
me prende, me força, me roda, me encanta,
me enfeita num beijo.
Por do Sol e aurora
Norte sul leste oeste
lua nuvens estrelas
e a banda toca
parece magia
e é pura beleza e essa música sente
e parece que agente
se enrola converte
e então de repente você tem a mim












